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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Dicas par comer em casa de amigos e familiares

Existem muitas receitas fáceis de fazer e quando os familiares e amigos têm boa vontade, querem muito poder ter um bolo ou um pão para receber o seu filho quando for à casa deles.
Nós, como mães, entendemos e ficamos gratas pela boa vontade. No entanto, é necessário explicar os cuidados que terão que ter em relação a contaminação por glúten.
Muitas pessoas não sabem como proceder e, por este motivo, eu fiz um passo a passo de alguns cuidados que você terá que ter quando o seu filho for passar o final de semana na casa da vovó, na casa da dinda, da titia, na festa do pijama ou na casa dos amiguinhos.


1. LIQUIDIFICADOR

Tudo o que for de plástico tem uma aderência muito grande, por isto, mesmo que seja lavado, o glúten pode ficar ali, impregnado. Portanto, se o copo de liquidificador for de plástico e a pessoa costumar utilizá-lo para fazer coisas com glúten, ela não poderá, por exemplo, bater uma massa sem glúten nele.
DICA: Veja o modelo do liquidificar e compre um copo e deixe-o reservado somente para fazer coisas sem glúten.

EXEMPLO: Na casa da minha mãe, ela só usa o liquidificador para fazer vitamina de frutas (que não leva glúten). Neste caso, eu uso o liquidificador dela normalmente.

2. USANDO O FORNO

Se a pessoa tiver o hábito de fazer bolos e pães na casa dela, o forno com certeza estará impregnado de glúten e as fôrmas também.
Neste caso, o ideal é a pessoa fazer uma boa limpeza no forno antes de assar o bolo, o pão, o frango, ou seja o que for, de preferência, coberto com papel alumínio.
Deixe claro também, que não pode assar ao mesmo tempo, um alimento com e outro sem glúten - por exemplo, um pão de queijo sem glúten e um bolo com glúten, pois o pão de queijo ficará contaminado.
Peça para lavar bem as fôrmas e se for untá-las, tem que ser com farinha de arroz. Não se pode fazer um bolo sem glúten e untar a fôrma com farinha de trigo.
DICA: Limpar o forno e lavar as fôrmas antes de utilizá-las. Existem pessoas que têm o costume de guardar pão velho em cima das fôrmas, dentro do forno. Então, todo cuidado é pouco!

EXEMPLO: A minha mãe costuma guardar saco de pão francês dentro do forno. Então, quando eu uso o forno dela, eu lavo bem a fôrma, cubro com papel manteiga, coloco o pão de queijo e cubro com papel alumínio. Faço o mesmo procedimento se eu for assar um bolo ou pão.

3. CARNES

Existem açougues que vendem carnes temperadas, com tempero que tem glúten, como Sazón e outros.  Ou que empanam bifes e frangos com farinha de rosca. Alguns também moem trigo para quibe onde moem a carne (carne moída). Cuidado! Estes lugares são altamente perigosos e a contaminação é certa!
DICA: Informe a pessoa que irá preparar o almoço/churrasco onde você costuma comprar as carnes ou, leve a carne, a linguiça e tudo o que puder para que ela possa preparar, assim o risco é menor.

EXEMPLO: Toda vez que vamos à churrascos, eu faço assim:
- se for familiar ou pessoa próxima: levo as carnes para assar e peço para assarem o pão de alho só depois de assar as carnes que a minha filha irá consumir.
- se não tiver intimidade com a pessoa: leve a carne pronta. Eu já levei muitos espetinhos de carne/frango/linguiça em festas.

4. MARGARINA

Se a pessoa cortar o pão com glúten, passar a margarina e depois, for usar a mesma margarina para passar no pão do seu filho, o pão dele ficará contaminado.
DICA: Seu filho vai para a festa do pijama? Mande a margarina/manteiga dele e uma faquinha. Não custa nada!!!

EXEMPLO: todas as festas do pijama que a minha filha vai, ela leva a margarina, o leite (poque toma leite de côco), o pão e os biscoitos. Se eu tiver como enviar um bolo para todos comerem juntos, eu mando. Se não, ela sabe que tem a alimentação dela, separadamente. Sempre foi muito tranquilo!

5. TALHERES/ESPÁTULAS

Muitas crianças querem dar o primeiro pedaço de bolo para o amiguinho celíaco. Então algumas mães, costumam fazer um bolinho sem glúten e mandam para o aniversário.
Na festa, cantam parabéns e, a criança corta o bolo de aniversário (com glúten). Então, com a mesma espátula, a criança corta o bolo sem glúten que o amiguinho levou para dar o primeiro pedaço a ele. Isto jamais pode ser feito! DICA: Leve ou peça outra espátula e, se não tiver, pode ser uma faca limpa, mas nunca utilize o mesmo talher para cortar o bolo, o pão ou seja o que for.


6. MIGALHAS NA MESA

Enquanto o seu filho come o seu pãozinho, outras pessoas estão tomando café da manhã ou da tarde juntos e, estão comendo o pão deles.
As migalhas de pão espalhadas na mesa são um perigo! Elas voam e sem perceber pode aderir na manteiga e no lanche do seu filho.
DICA: O ideal seria todos fazerem um café da manhã/tarde sem glúten. Se não for possível, peça para colocarem uma toalhinha separada para o seu filho ter um espaço "limpo" para comer as coisas dele.

EXEMPLO: Quando a minha filha vai à casa de amigos eu procuro sempre mandar um bolo para todos comerem juntos. Assim, todos comem sem glúten. Mas na casa dos familiares isto é mais difícil porque os lanches e café da tarde são mais frequentes e a família não abre mão de comer o famoso pão francês e outras coisas com glúten. Nestes casos, eu levo as coisas dela e ela sempre fica num espaço entre eu e meu marido. Assim, na área dela não tem migalhas!

7. Lavando as mãos

Parece óbvio, mas já ouvi muitas pessoas dizerem que se contaminaram porque a pessoa estava comendo um pão e, ao mesmo tempo, limpando um frango ou cortando uma carne. Imagine uma pessoa pegando um pão, dando uma mordida, onde cai muitos farelos e, ao mesmo tempo, sem lavar as mãos, pegar pães de queijo sem glúten para assar?
DICA: Oriente a pessoa a não comer coisas com glúten durante a preparação de alimentos para o seu filho e SEMPRE lavar muito bem as mãos após pegar em alimentos com glúten.

8. ESCORREDOR DE MACARRÃO

No ítem 1 já falamos sobre a porosidade dos utensílios de plástico (liquidificador). Parece brincadeira, mas um lugar onde esconde um grande risco de contaminação cruzada é o escorredor de macarrão.
Por mais que lavemos, aqueles furinhos ficam impregnados com a massa do macarrão. Às vezes eu tenho que usar até escovinha para tentar remover a sujeira. E, no meu caso, eu não estou falando de glúten, porque não faço nada com glúten em minha casa. Mas estou tentando mostrar que aqueles furinhos ficam mesmo cheios de massa do macarrão e, se o escorredor for de plástico então, pior ainda!
DICA: Leve o escorredor para a pessoa escorrer o macarrão sem glúten que irá preparar para o seu filho.

EXEMPLO: toda vez que vou à minha mãe eu levo o meu escorredor de macarrão. Quando vou à casa de outras pessoas eu já levo o macarrão cozido! Eu acho mais fácil levar pronto porque tem pessoas que acham que estamos dizendo que elas são sujas e não lavam direito a louça. Elas não entendem direito o que tentamos explicar. Muitos chegam a nos achar mães neuróticas!

Embora tenhamos cuidados em relação a tudo isto, temos sempre que ter em mente que, o importante é a EDUCAÇÃO CELÍACA.
Você deve ensinar o seu filho a ter todos estes cuidados, porque nunca poderá confiar totalmente nas pessoas. Não por maldade, mas por questão de hábito. As pessoas estão acostumadas a não terem estes cuidados porque não precisam! Então muitas vezes, se fazem algo de errado, não é porque foi de propósito, mas por um descuido ou por estarem desatentas.
Se seu filho for ensinado a ter os cuidados e a entender os riscos da contaminação cruzada, você poderá ficar tranquilo. Onde ele for, saberá se cuidar!








segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

CONTAMINAÇÃO CRUZADA - 2015

Você sabe o que é contaminação cruzada pelo glúten?
Bem, que o celíaco não pode comer alimentos com glúten você já sabe. Agora o que muitos não entendem é o que é essa tal de contaminação cruzada.


Quando falamos em contaminação cruzada por glúten, muitas pessoas ficam sem entender o que é isso e como pode afetar  a quem é celíaco. Muitos produtos alimentícios não contém glúten em sua composição, mas devido a uma série de fatores, acabam tendo traços de glúten. É o que chamamos de contaminação cruzada por glúten contaminação cruzada por glúten.
O CODEX ALIMENTARIUS determinou a partir de 2008 que todos os produtos com menos de 20 ppm (partes por milhão) de glúten podem ser considerados aptos para a maioria dos celíacos e receber a inscrição “Não contém glúten”. O Brasil segue o CODEX ALIMENTARIUS.

Agora vamos entender o que equivale 20 ppm de glúten em miligramas.
1 quilo tem 1.000 (mil) gramas (g)
1 grama tem 1.000 (mil) miligramas (mg)
1 quilo tem 1.000.000 ( 1 milhão) de miligramas (mg)
20 ppm (partes por milhão) de glúten são equivalentes a 20 miligramas
Um bom exercício de imaginação é usar o pacotinho de sal que vemos nas mesas dos restaurantes. Sabemos que o sal é mais pesado do que farinha de trigo, mas é só um exercício para nos ajudar a entender visualmente o que pode representar 20 miligramas de glúten.
Como visualizar: peguem 1 pacotinho de 1 grama de sal (desses de restaurante) e dividam em 1.000 (mil) partes (vai ser preciso  pinça e lupa !)  – agora tentem identificar 20 partes  dentro dessas mil que você dividiu. Conseguiu separar ou imaginar? Isso representa 20 miligramas.
Agora usem essa experiência para imaginar 20 ppm de glúten. Tentem pensar que tem pessoas que passam mal comendo coisas com menos de 15 ppm de glúten. Aquele farelinho que caiu do pão francês ou do biscoito pode ser suficiente para adoecer um celíaco !
Essa explicação acima é apenas una ilustração, pois na prática os ppm são medidos em soluções onde o produto foi triturado até virar pó e dissolvido em líquido. Mas dá para termos uma idéia do que pode ser considerado “traços de glúten”.
O Codex Alimentarium determina o seguinte:
Codex Padrão 118-1979 ( revisado em 2008):  aplica-se a alimentos para usos dietéticos que foram formulados, processados ou preparados para atender às necessidades dietéticas especiais de pessoas com intolerância ao glúten.
Alimentos rotulados “sem glúten” não podem conter trigo, centeio, cevada, aveia, espelta, kamut, ou variedades mestiços, e seu nível de glúten não pode exceder 20 partes por milhão (ppm). A norma sobre glúten do Codex Alimentarius foi revista em 2008 para um nível menor de 20 ppm.
Além disso, alimentos que contenham trigo, centeio, cevada, aveia, espelta, kamut, ou variedades mestiças que foram especificamente processados para remover o glúten para níveis não superiores a 20 ppm podem ser considerado “sem glúten”, segundo o glúten codex.
Para colocar isto em perspectiva, 20 ppm de glúten é equivalente a 20 miligramas (mg) de glúten por quilo ou por litro de produto (ou 0,0007 onças por £ 2,2 de produto). O método atual para determinação dos níveis de glúten é o ensaio ImunoEnzimático (ELISA) R5 Método Mendez.
Para mais informações sobre isso, visite o site  do Codex Alimentarius : www.codexalimentarius.net
Explicando com outras palavras: os produtos industrializados sem glúten, devem ter, em cada quilo analisado, no máximo 20 ppm de glúten (lembrando que 1 quilo tem 1 milhão de miligramas).
Não há consenso sobre a quantidade diária de traços de glúten que um celíaco suporta. Alguns pesquisadores afirmam que a maioria dos celíacos pode ingerir diariamente até 50 miligramas de glúten, sem que haja danos às vilosidades do intestino. Outros falam em 20 miligramas.  Qual é a quantidade de produtos industrializados que consumimos num dia? Ao final do dia quantos miligramas de glúten acabamos ingerindo? Infelizmente não temos como medir ou saber essa informação. Por isso, em nossa dieta diária devemos sempre observar o equilibrio entre produtos industrializados e produtos naturais, para evitarmos ultrapassar a quantidade  desses traços de glúten que nosso organismo pode suportar.
Fonte: http://www.fenacelbra.com.br/acelbra_rj/tracos-de-gluten-em-produtos-que-tem-a-inscricao-nao-contem-gluten/
A partir da RDC 26/2015 - ANVISA, não vale mais o percentual de traços de glúten que o CODEX ALIMENTARIUS aceita em produtos seguros para celíacos. Antes dessa RDC todo produto brasileiro e importado com menos de 20 ppm de glúten era considerado seguro para celíacos. A ANVISA esclarece que como a Lei Federal 10.674/2003 não cita a questão dos traços e que na alergia alimentar não existe um percentual de traços que seja considerado seguro, agora todos os produtos que tiverem riscos de terem traços de glúten virão com a inscrição "Contém Glúten", independente da quantidade de traços que possa existir. Os produtos que usarem a inscrição "Não contém glúten" devem apresentar em seus testes laboratoriais resultados de "traços indetectáveis" .
http://www.riosemgluten.com/contaminacao_cruzada_por_gluten.htm

sexta-feira, 7 de março de 2014

E se eu comer Glúten?

Existe celíaco que tem uma hipersensibilidade ao glúten, como é o caso da minha filha. Se consome algum produto com glúten ou contaminado por ele, a barriga dói e ela tem crises de sinusite.
Já outros portadores da doença celíaca até podem não sentir nada, mas isto não significa que está tudo bem. As micropartículas do glúten vão para a mucosa intestinal e a inflama.

Com a mucosa inflamada os estágios são os seguintes:

1) Devido a inflamação da mucosa, esta se torna incapaz de absorver nutrientes e vitaminas. O celíaco fica com a imunidade baixa podendo contrair várias doenças, além da anemia. Ela pode comer espinafre, tomar
ferro, consumir as melhores fontes de vitamina, mas de nada adianta porque com a mucosa inflamada não há absorção destes nutrientes.

2) Por ser uma doença autoimune, ao ingerir glúten, assim que o organismo detecta estas partículas de glúten ele fica suscetível e dispara outras doenças autoimunes. Por isto não é raro ver celíacos com problemas de
tireóide, diabetes, osteoporose e até Lúpus. Todas estas doenças autoimunes são disparadas quando há a ingestão de glúten (ainda que seja traços) por uma pessoa celíaca.

3) E quando esta ingestão ainda que acidental ocorre por um longo período de tempo onde a mucosa do intestino fica constantemente inflamada, aí então vem o pior diagnóstico: câncer. A maioria dos celíacos que se descuida em relação a dieta pode ter câncer nos linfomas, gástrico ou no intestino.

Por este motivo, pense antes de consumir glúten.
Ligue para as marcas dos produtos que você consome para ter a absoluta certeza de como é o processo de fabricação, pois os produtos feitos nas mesmas máquinas onde são produzidos outros alimentos, deixa traços de glúten.

Se você comeu e não passou mal, isto não significa que é seguro, pois muitos celíacos são assintomáticos.
Entenda que é muito importante saber se a mucosa do seu intestino não está sendo agredida por você consumir, ainda que sem saber, mínimos traços de glúten.

Exemplo: comprei a Polentina da marca Quaker onde na embalagem está escrito "não contém glúten".
Fiz a polenta e a minha filha comeu. No mesmo dia teve dor de barriga.
Suspeitei deste produto e enviei e-mail para a empresa: sacquaker@pepsico.com
Após três dias eles me ligaram explicando o processo de fabricação. Este alimento é feito na mesma máquina onde são feitos outros produtos que contém glúten. A atendente disse que contém traços de glúten e por isso não é indicado o consumo por pessoas celíacas ou alérgicas ao glúten.

Autora: Erivane de Alencar Moreno

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Sorvete de Máquina: tomar ou não?





A doença celíaca ainda é um tanto desconhecida aqui no Brasil.

Por esta razão, muitas pessoas, na intenção de aprofundar-se mais no assunto passam a realizar pesquisas na internet. Estas pessoas são conhecidas como "pesquisadores googleanos", onde muitas vezes alteram o seu estilo de vida por tirarem conclusões equivocadas de textos mal interpretados encontrados na web.

O problema é quando estas pessoas começam a criar fantasmas e a elaborar regras como ditas únicas e verdadeiras, privando-se desta forma de consumir os poucos produtos aptos para atender os celíacos no Brasil.

Um exemplo destes é o sorvete de máquina.

Certo dia, ao dizer que levo a minha filha para tomar o sorvete da rede MacDonalds e BurguerKing, pois a massa de sorvete de ambas as franquias não contém glúten, passei a ser alvo de questionamento sobre vários outros fatores.

Á medida em que fui respondendo todas as dúvidas e sem ter mais nenhum argumento, passaram a dizer que há contaminação cruzada, alegando que a massa do sorvete encosta na casquinha (com glúten), servida pela rede.
Bem, como mãe cuidadosa, confesso que passei a prestar mais atenção na forma de trabalho das atendentes e confesso que em nenhum momento eu notei este contato, como disseram.

Mediante isto e tantos outros comentários, passei eu mesma a tirar as minhas próprias conclusões, sem ter que privar a minha filha de nada que ela realmente possa ingerir.
Infelizmente existem centenas de pessoas que tendem a ver coisas onde não existem e se tem determinada doença, gostam de agravá-la criando regras nas quais elas mesmas passam a acreditar fielmente, ainda que não haja nenhum fundamento.

E pior, começam a fazer a cabeça de pessoas novatas neste meio e estas ideias errôneas passam a ser divulgadas frequentemente.

O importante é saber o limite entre o bem e o mal, o que serve e o não serve, e por fim, o que representará realmente uma ameaça à sua saúde de seu filho.

E para mostrar que a minha teoria é a mais fiel expressão da verdade, segue abaixo o vídeo de sorvete de máquina. Vejam que ao final o sorvete sai sozinho, não havendo nenhum contato com a casca do sorvete.

Agora, se mesmo com tudo isto você decidir não levar o seu filho na rede MacDonalds ou BurguerKing porque entende não ser saudável, eu entendo. Se for esta a razão, você está seguindo um estilo de vida, dizendo não às propagandas tentadoras e fazendo de tudo para não se tornar num consumidor típico de redes de fastfood.

Mas utilizar de outros argumentos para dizer que há contaminação em tudo o que vê pela frente é o mesmo que colocar o seu filho numa bolha e impedi-lo de viver uma vida alegre, feliz e muito saborosa!



Veja abaixo o vídeo:  Sorvete de Máquina

Ou





http://www.youtube.com/watch?v=oVRT9p5LgEU