Mostrando postagens com marcador Artigo Médico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigo Médico. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Desordens relacionadas ao glúten

Importante ressaltar que não pode excluir o glúten antes de fazer todos os exames.

Fonte: www.riosemgluten.com
Para visualizar melhor, acesse o link: http://www.riosemgluten.com/desordens_relacionadas_ao_gluten.htm

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Entrevista com Dr. Ulysses F. Neto

Quando todos diziam que era impossível haver celíacos no Brasil, por ser uma doença típica em europeus, ele afirmava veementemente que havia sim, mas que ainda não tinha sido diagnosticado. Há 49 anos, o Dr. Ulysses foi o médico que diagnosticou a primeira pessoa celíaca em nosso país e desde então tem se aprofundado cada vez mais no estudo desta intolerância alimentar.
Muito simpático e atenciosos, ele escreveu um artigo para o meu livro: O Universo da Criança Celíaca e, agora, deu-me o prazer de entrevistá-lo para dirimir dúvidas sobre este problema que tem acometido cada vez mais pessoas no Brasil e no mundo.

 Prof. Dr. Ulysses Fagundes Neto
Professor Titular da Disciplina de Gastroenterologia Pediátrica (GP) da Escola Paulista de Medicina (EPM) da UNIFESP. Mestre em GP pelo IBEPEGE, Doutor em Pediatria pela EPM da UNIFESP, Doutor em GP pela EPM da UNIFESP, Pesquisador I do CNPQ.
Doença Celíaca - a história de uma enfermidade considerada rara até passado recente e que se transformou em um problema de saúde pública universal




1)    Uma mulher que tem vários filhos e os dois mais velhos foram diagnosticados celíacos. Qual a probabilidade dos mais novos desenvolverem a doença celíaca?

Sabe-se que a suscetibilidade para a ocorrência para a Doença Celíaca (DC) está em parte determinada por uma associação com o antígeno de histocompatibilidade (HLA - Human Leukocytes Antigen) dominante comum classe II HLA DQ2 e DQ8. A prevalência de DC entre parentes de primeiro grau, comprovada por biópsia de intestino delgado, varia de 5,5% a 8,3% alcançando, entre irmãos, um valor de até 18%. Um estudo de 2006, na Itália, envolvendo 257 familiares primeiro grau de 181 crianças com DC, revelou que prevalência de DC entre estes parentes foi de 11%. Os resultados deste estudo propõem a elaboração de um algoritmo acurado para a seleção de candidatos a realizar a biopsia de intestino delgado entre os indivíduos com alto risco para DC, a saber:
1) realização da pesquisa de HLA DQ2 e DQ8 nos parentes. Aqueles que se revelarem positivos devem realizar rastreamento sorológico (anticorpo antitransglutaminase) periodicamente; 
          2)   avaliação sorológica por meio da determinação do anticorpo com dosagem dos níveis séricos de IgA;
          3)  realização da biopsia do intestino delgado nos casos que revelarem-se positivos no rastreamento sorológico. 


2)     Uma mulher que é celíaca, ao ter um filho, deve introduzir o glúten normalmente na vida da criança a partir dos 6 meses de idade, ou não deve dar o glúten à criança?

Deve introduzir o glúten normalmente na vida da criança a partir dos 6 meses, e seguir o algoritmo descrito na questão anterior, ou seja, inicialmente pesquisar o complexo genético HLA DQ2 e DQ8.

3)      Mãe não celíaca, que já tem uma filha diagnosticada celíaca. Quando o segundo filho nasce, ela deve se abster do glúten para amamentá-lo ou pode consumir glúten normalmente na fase de amamentação?

Pode e deve consumir glúten na fase de amamentação. O segundo filho deve seguir o algoritmo proposto nas questões anteriores. 

4)      Para a criança que está com baixo peso e baixa estatura, após a retirada do glúten, a estatura se normaliza ou ela terá déficit de tamanho para sempre? E em quanto tempo se estabiliza o peso?

A estatura irá se normalizar na dependência da idade em que o diagnóstico de DC for estabelecido, isto é, quanto mais precocemente maiores serão as probabilidades de total recuperação do crescimento estatural, dentro do potencial genético do indivíduo, sempre e quando a adesão à dieta isenta de glúten for totalmente cumprida. O peso é o primeiro indicador nutricional da eficácia do tratamento utilizando-se a dieta isenta de glúten e a estatura irá paulatinamente apresentar o que se denomina “CATCH UP GROWTH”. 

5)  Fiz o exame genético e carrego o HLA DQ2 e DQ8. Porém, os exames sorológicos e endoscopia com biópsia estão negativados. Devo fazer a dieta sem glúten ou posso continuar consumindo o glúten normalmente até que a doença se manifeste com os sintomas clássicos?

Não há razão até o presente conhecido sobre o tema que justifique a utilização de dieta isenta de glúten nesta circunstância. Como nem sempre as manifestações dos sintomas clássicos da DC se apresentam é aconselhável a realização dos testes sorológicos anualmente. 

6)      O que devo fazer quando sentir que me contaminei com glúten?

Não há nada a ser feito, o que resta é aguardar que o efeito, caso haja algum, venha a desaparecer, posto que cessada a causa cessará o efeito. 

7)      Caso haja contaminação cruzada, quanto tempo leva para o glúten ser expelido pelo organismo? O carvão vegetal pode ajudar?

Nesta situação o glúten será totalmente expelido entre 24 e 48 horas dependendo do ritmo do funcionamento intestinal. Não há nenhuma evidencia cientificamente conhecida de que o carvão vegetal possa ser de alguma valia.    

8)   Estou fazendo a dieta e os exames mostraram que as vilosidades do intestino estão normais, bem como todos os demais exames. Mediante esse quadro, eu posso voltar a ingerir glúten?

Por definição a DC é uma enfermidade autoimune sistêmica em decorrência de uma intolerância permanente ao glúten da dieta contida no trigo, cevada e centeio, em indivíduos geneticamente predispostos. Caracteriza-se por uma combinação variável de sinais e sintomas induzidos pelo glúten, pela presença se autoanticorpos específicos, atrofia vilositária e hiperplasia críptica do intestino delgado. A predisposição genética está relacionada com o complexo de genes HLA da classe II DQ2 + e/ou DQ8+. Portanto, os indicadores acima referidos mostram que a adesão à dieta isenta de glúten tem sido eficaz, e assim o paciente deverá permanecer cumprindo rigorosamente a dieta.   

9)   Sou celíaca, mas não tenho dermatite herpetiforme. Neste caso eu posso usar shampoo, cremes, maquiagens, enfim, todos produtos com glúten? Por quê?

Sim, pode usar produtos contendo glúten porque as manifestações são devidas a ingestão deste alimento. 

10) Beijar na boca de uma pessoa não celíaca que acabou de ingerir glúten faz mal ao portador de doença celíaca? Por quê?

Somente se no momento do beijo o parceiro ainda contiver resíduos alimentares contendo glúten em sua cavidade oral e estes resíduos forem transferidos para o parceiro e posteriormente deglutidos pelo mesmo. 

11)   Qual a diferença de intolerância ao glúten, alérgico ao glúten e sensível ao glúten?

Intolerância ao Glúten: caracteriza-se por manifestações digestivas e/ou extradigestivas com sorologia negativa para DC e ausência de alterações morfológicas da mucosa do intestino delgado.
Doença Celíaca vide definição na questão 8.
Alergia ao Glúten: Trata-se de manifestação principalmente respiratória “asma do padeiro”, mediada por hipersensibilidade imediata do tipo IgE. 

12)   Para os sensíveis ao glúten, há possibilidade de surgir atrofia vilositária?

Por definição a sensibilidade ao glúten não celíaca não acarreta atrofia vilositária, caso a atrofia vilositária esteja presente tudo indica que estejamos frente a um caso de DC.

13)   Quem tem somente sensibilidade ao glúten, deve abster-se dele por toda a vida ou poderá vez ou outra consumi-lo?

Até onde o atual conhecimento permite alcançar, posto que se trata de uma entidade descrita muito recentemente, é provável que se deva fazer uso de dieta isenta de glúten de forma permanente. Entretanto, como não há lesão morfológica caracterizada, o paciente pode tentar fazer testes de provocação para confirmar ou afastar esta sensibilidade. 

Entrevistador por: Erivane de Alencar Moreno

Obs.: Para se obter informações mais detalhadas sobre os temas aqui abordados e mesmo sobre outros transtornos digestivos e/ou nutricionais recomendo a leitura das seguintes fontes na internet: www.igastroped.com.br e gastropedinutri.blogspot.com, ambos de autoria de Prof. Dr. Ulysses Fagundes Neto. 


Entrevista com Dr. Hugo Werneck


Em 2011 realizei uma entrevista com o Dr. Hugo - médico que diagnosticou a DC em minha filha no ano de 2009.


Doutor Hugo Lacerda Werneck Junior, médico associado do Colégio Brasileiro de Cirurgiões  e especialista em gastroenterologia pela Federação Brasileira de Gastroenterologia.
 
  
Dr. Hugo, já ouvimos falar que a DC pode apresentar-se num indivíduo sem que necessariamente tenha hereditariedade. Isto é possível?
Não. Todos os pacientes celíacos carregam consigo a alteração genética da doença celíaca (HLA-DQ2 ou HLA-DQ8). Virtualmente todas as pessoas que não possuem  esses genes não desenvolverão a doença.

 
Porque alguns celíacos são mais sensíveis do que outros?
Como em qualquer doença, a intensidade da inflamação ou alteração varia enormemente de pessoa para pessoa. Isto é, a mesma doença pode atingir várias pessoas de forma diferente e intensidade variável. Além disso, existe a sensibilidade individual que é um dado subjetivo e difícil de avaliar.

Após o diagnóstico da doença celíaca, qual profissional é aconselhável a procurar para iniciar o segmento da dieta?
A doença celíaca é acompanhada por um gastroenterologista e por um nutricionista. O primeiro vai corrigir as deficiências nutricionais adquiridas e solicitar exames regularmente e o segundo vai orientar a dieta, que é a chave do tratamento.

Suplementos para recuperar a mucosa e flora intestinal são indicados para os recém diagnosticados?
A mucosa começa a se regenerar assim que se retira o glúten da dieta. Com a normalização da mucosa a absorção vai voltando ao normal. É um processo lento e espontâneo. Só indicamos suplementos para corrigir deficiências nutricionais, como cálcio, ferro,etc.

A DC tem alguma relação com  hérnia umbilical e trombose?
Não existe relação entre hérnia umbilical ou trombose e doença celíaca.

A doença celíaca tem correlação com a tireoidite de Hashimoto e síndrome de Noonan. Além destas já descritas, quais outras doenças autoimunes a DC se relaciona?
Existe uma associação estatística da doença celíaca com o diabetes tipo I e a síndrome de Down.

Uma mãe celíaca com filho menor de 1 ano de idade deve introduzir o glúten na vida do bebê com quantos meses? É aconselhável fazer algum exame para saber se o filho é celíaco ainda quando bebê? Se positivo, quais os exames?
A dieta normal deve ser introduzida a partir dos seis meses. A princípio, não é necessário fazer nenhum exame a menos que a criança apresente algum déficit no crescimento ou algum sintoma que chame a atenção. A partir dos cinco anos de idade pode-se pesquisar o anticorpo anti-endomísio (ou anti-transglutaminase) a cada cinco anos. Se positivo indica-se a endoscopia digestiva com biópsia.

Fala-se em testes de vacinas para DC. Qual a sua opinião a respeito?
A curto prazo não existe nenhuma possibilidade de termos uma vacina, mas futuramente é possível. Acredito que seja uma alternativa viável no futuro.

No Brasil, quanto tempo em média demora-se para se detectar a DC?
Em geral existe uma demora considerável até chegar-se ao diagnóstico da doença celíaca. Calcula-se que este tempo pode variar de 5 a 8 anos (nos adultos). Porém esta é uma constatação encontrada também nos Estados Unidos e países da Europa. Com a maior conscientização da classe médica e da população sobre a doença, a tendência é que esse intervalo diminua consideravelmente.

Existe uma estimativa de quantos celíacos há hoje no Brasil?
Não existe estudo preciso, mas há estimativas que aqui no Brasil a doença acometa um em cada 300 ou 500 indivíduos.
Mesmo seguindo a dieta sem glúten o indivíduo pode ter problemas relacionados a outras doenças, tais como: hipoplasia de esmalte dental?
A resposta à dieta sem glúten é individualizada. Cada indivíduo tem o seu grau de acometimento da mucosa e a sua velocidade de resposta. Não existe um padrão rígido. Infelizmente, existem até aqueles que não apresentam melhora clínica mesmo após aderir à dieta.

Entrevista por: Erivane de Alencar Moreno
 


Consultório: Av. Indianópolis, 2.321 - Moema São Paulo - SP
Fone: (11) 5078-7776 ou 2275-7690



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Assistência Farmacêutica da Doença Celíaca


A doença celíaca, também conhecida como enteropatia ou espru sensível ao glúten, é uma doença auto-imune causada por uma intolerância genética para gluten.1,2 Embora glúten significa a totalidade do componente de proteína do trigo, a palavra é comumente utilizado em referência à gliadina (ocorrendo no trigo) e as proteínas relacionadas hordeína (em cevada) e secalina (centeio) em 0,3 pacientes com doença celíaca devem evitar a ingestão de trigo, cevada, centeio e (e talvez de aveia) -incluindo qualquer produto que contenha estes grãos-de modo para evitar a patologia relacionada com a doença. Isso pode ser um desafio, como a ingestão de menos de 50 mg de glúten por dia pode produzir patologia associada à doença, e alguns médicos acreditam que a exposição a quantidades ainda menores podem ser problematic.4,5 A FDA sugeriu que um livre de glúten dieta ser definida como a ingestão de não mais do que 10 mg de glúten (estimada como sendo equivalente a 1/100 de amendoim) por day.6

A doença celíaca foi inicialmente acreditava ser uma síndrome pediátrica. Hoje em dia, a doença é conhecida para ocorrer em adultos bem. Embora a doença celíaca pediátrica não deve ser negligenciado, apresentações adultos são agora mais comuns. Além disso, o diagnóstico é cada vez mais freqüente em pacientes com symptoms.1,7 nondiarrheal Tal como acontece com outras doenças auto-imunes, doença celíaca ocorre mais comumente em mulheres que em homens. Embora o sistema gastrointestinal (GI) é o principal local da lesão, a doença celíaca é uma desordem do sistema múltiplo; as suas consequências adversas prolongar para além do tracto GI, e doença não tratada pode ser associada com o desenvolvimento de várias outras desordens, incluindo deficiências nutricionais, outras doenças auto-imunes, e cancer.1,3

Tal como muitos como três milhões de americanos (cerca de 1% da população dos EUA) podem ter a doença celíaca; No entanto, descobertas recentes sugerem que a prevalência dos Estados Unidos é muito maior do que se pensava inicialmente e podem ser esforços educacionais e de defesa rising.7 ajudaram a aumentar a taxa de diagnóstico; no entanto, a doença celíaca continua a ser amplamente ignorado. Estima-se que mais de 90% dos indivíduos com doença celíaca não são diagnosticados, levando alguns especialistas a se referir à doença como uma epidemic.3 escondido Na doença celíaca, a falta de diagnóstico e falta de cumprimento da dieta estão associados com o aumento da morbidade e mortalidade; portanto, é necessário para melhorar a velocidade e precisão dos Farmacêuticos diagnosis.8,9 pode desempenhar um papel importante ao identificar pacientes que podem ter a doença celíaca, referindo-los para avaliação, e ajudar com a gestão da doença após o diagnóstico.
etiologia

Embora mais precisa ser aprendido sobre o que causa a doença celíaca, a ingestão de glúten é conhecido por ser necessário para o transtorno de se manifestar; por conseguinte, o glúten tem sido chamado o essencial trigger.3 é necessária a presença de genes específicos para a doença celíaca a desenvolver. Aproximadamente 95% dos indivíduos com o transtorno carregam o antígeno leucocitário humano (HLA) heterodímero -DQ2, ea maioria dos pacientes que são DQ2 negativo transportar o genótipo DQ8. No entanto, estes haplotipos HLA sozinhas não são suficientes para provocar a doença celíaca, tal como eles ocorrem em até 25% da população em geral, enquanto que apenas cerca de 1% da população tem os disorder.3,10 Outros factores, alguns deles indeterminado, estão provavelmente envolvidos na etiologia da doença celíaca. O consenso é que a patogênese da doença celíaca envolve a interação entre o glúten e fatores imunes, genéticas e ambientais.
Manifestações Clínicas

Muitos dos sinais e sintomas de doença celíaca são devido à má absorção causada por danos no intestino delgado. Estes sintomas clássicos incluem diarréia, esteatorréia, perda de peso ou insuficiência de crescimento, distensão abdominal, flatulência e vitamina e deficiências nutricionais. O reconhecimento da doença celíaca pode ser particularmente difícil em indivíduos que não apresentam sintomas clássicos. Portanto, os clínicos devem sempre considerar manifestações atípicas, tais como doenças resultantes de deficiências de micronutrientes individuais, inespecífica desconforto gastrointestinal (por exemplo, constipação, dor abdominal, intolerância à lactose secundária, dispepsia), e os sintomas não-gastrointestinais (por exemplo, fadiga, depressão, artralgia, ferro anemia -deficiência, osteomalácia ou osteoporose), entre outros (Tabela 1) 11,12

Doença celíaca Pediátrica geralmente se desenvolve mais cedo, após a introdução de cereais que contêm glúten. A apresentação clássica de características predominantemente digestivos com uma síndrome de má absorção típico é comum em crianças. Em contraste, a doença celíaca em adultos geralmente se apresenta com menos manifestações digestivas, muitas vezes envolvendo manifestações atípicas sem malabsorption.2 Alguns pacientes são assintomáticos, mas eles ainda estão em risco de desenvolver danos intestinais e outras complications.8 relacionada com a doença diagnóstico.

Muitas vezes, ocorre um atraso significativo entre o início dos sintomas eo diagnóstico da doença celíaca. O tempo médio de diagnóstico em os EUA é estimada em 9 Farmacêuticos anos.3 pode ajudar a reduzir o tempo de diagnóstico por conhecer os sinais e sintomas da doença celíaca e estar ciente das doenças comuns que são causadas por ou associadas a esse distúrbio. Os farmacêuticos também devem ter em mente que os pacientes com doença não diagnosticada pode procurar alívio sintomático para o que se acredita ser uma outra doença. Estes pacientes podem usar remédios inadequados, muitas vezes sem alívio, continuando a ingerir glúten, permanecendo, assim, em risco de doença celíaca pathology.13 relacionada com a doença Uma vez que tantas pessoas com doença celíaca não são diagnosticados, como observado anteriormente, os farmacêuticos podem dar uma contribuição significativa por identificar aqueles que podem se beneficiar de uma avaliação diagnóstica.

Duas coisas são necessárias para confirmar o diagnóstico da doença celíaca: a biópsia duodenal demonstrando linfócitos intra-epiteliais, hiperplasia das criptas e atrofia das vilosidades, e uma resposta positiva a um, os testes sorológicos diet.1 sem glúten estão, não invasivos, ferramentas de diagnóstico adjuvantes úteis que são atualmente o meio pelo qual a maioria dos pacientes com doença celíaca são identified.14 Estes testes também facilitar a triagem de grandes testes sorológicos para anticorpos populations.15,16 imunoglobulina A antiendomísio ou transglutaminase anti-tecido anticorpos considerados igualmente precisas-são altamente sensíveis e seletivos. 14,17 gestão.

Os seis elementos fundamentais da gestão da doença celíaca pode ser identificado pelo mnemônico CELÍACA: Consulta com um nutricionista qualificado, Educação sobre a doença, a adesão ao longo da vida para uma dieta livre de glúten, identificação e tratamento das deficiências nutricionais, acesso a um grupo de defesa, e contínuo a longo prazo de seguimento por um team.14,17 multidisciplinar objetivos fundamentais do tratamento incluem alívio dos sintomas, cura do intestino, e reverter as conseqüências da má absorção, enquanto permitindo que o paciente para desfrutar de uma dieta livre de glúten saudável, interessante e prático .14,18

Pessoas com doença celíaca devem aderir a um estilo de vida sem glúten permanente. Isso inclui a evasão completa de alimentos ou outros produtos que contenham ou tenham sido contaminados com glúten. Felizmente, vários grãos sem glúten e produtos alimentares existem, com mais produtos tornando available.14 pacientes geralmente experimentam melhora clínica dentro de dias ou semanas de começar uma diet.1 sem glúten

Na doença celíaca, lesões intestinais levar à redução da capacidade de absorção no intestino delgado, o que aumenta o risco de sindrome de má absorção. Portanto, é muito importante para avaliar o paciente para deficiências de vitaminas e minerais. Apesar de uma série de nutrientes deve ser investigada, os pacientes devem ser avaliados para deficiências em ácido fólico, vitamina B12, vitaminas solúveis em gordura, ferro e cálcio, em particular.1,19 Às vezes, anemia por deficiência de ferro pode ser a única manifestação do paciente de disease.10,20 celíaca uma vez que a maioria dos adultos com doença celíaca têm algum grau de osteopenia ou osteoporose, recomenda-se que todos os pacientes com a doença ser rastreados para loss.3,21 óssea

Como muitos como um terço dos pacientes com doença celíaca desenvolver dispepsia ou refluxo gastroesofágico, distúrbios que são frequentemente tratados com inibidores da bomba de protões. Os médicos devem estar cientes de que o aumento do pH intragástrico que essas drogas causam reduz a digestão de proteínas dietéticas e aumento da estimulação do sistema imunológico. Esta alteração no pH intragástrico pode também facilitar a entrada de microrganismos patogénicos e a inactivação de enzymes.10 digestivo

Adultos com doença celíaca têm um risco aumentado para alguns diseases.22 infecciosa O risco de infecções causadas por organismos encapsulados (incluindo a pneumonia pneumocócica ea infecção meningocócica) está relacionada com hipoesplenismo, que é comumente encontrada em doença.23 celíaca ativa farmacêuticos imunizante deve estar ciente que os pacientes com mais de 50 anos recebam vaccine.3 pneumocócica Uma vacina contra a gripe anual deve ser administrado a pacientes com doença celíaca para reduzir a incidência de infections.23 bacteriana secundária
Glúten em Produtos Farmacêuticos

Embora pesquisas adicionais são necessárias para determinar os eventos adversos associados com a ingestão de pequenas quantidades de glúten, pacientes e prestadores de cuidados de saúde (profissionais de saúde) devem verificar o teor de glúten de todos os medicamentos, cosméticos e outros produtos farmacêuticos que podem ser ingeridos com ou sem intenção. 4,24 os pacientes podem não perceber que ingerida por via oral prescritos e não prescritos medicamentos, vitaminas, suplementos nutricionais, saúde e beleza e cosméticos podem conter gluten.25 Enquanto o potencial de ingestão oral de alguns destes produtos podem ser reconhecidos pelo paciente (por exemplo, pasta de dentes, batom), outros meios possíveis através dos quais alguns produtos que contêm glúten podem ser ingeridos (por exemplo, champô engolir ou sabão durante o duche) podem ser overlooked.3,8 Embora glúten não é absorvido através da pele, tópica contendo glúten produtos pode criar o potencial para a ingestão de glúten, se um paciente toca a mão para a boca ou manipula alimentos depois de usar tais products.8

Determinar se um produto farmacêutico é sem glúten pode ser challenging.26-28 Algum progresso tem sido feito; no entanto, muito poucos rótulos para prescrição e drogas sem receita produtos, vitaminas, suplementos e cosméticos especificamente de teor de glúten. Além disso, a lista de ingredientes no rótulo pode ser uma informação insuficiente para determinar se o produto é seguro para pacientes com doença celíaca. A fim de determinar se um produto é aceitável, o teor de glúten inerente do produto, bem como se o produto pode ter sido contaminada com glúten durante a produção, manuseamento, embalagem ou, deve ser confirmada. Os farmacêuticos têm a grande responsabilidade de ajudar os pacientes e seus cuidadores saber se a utilização de um produto farmacêutico específico resultará na ingestão de glúten.

O glúten contido na ingredientes inativos tem um importante, muitas vezes não reconhecido, o impacto sobre o status glúten do produto final. Porque uma designação glúten conteúdo específico pode não aparecer no rótulo, é extremamente importante analisar cuidadosamente a lista de ingredientes inativos, uma vez que as substâncias derivadas de cereais integrais, farinha de trigo ou amido de grãos podem conter glúten. Enquanto excipientes, tais como amido de milho e amido de batata de amido sem glúten são geralmente livre (a menos contaminados), não especificada ou pré-gelatinizado, pó para polvilhar, e farinhas podem ser derivados de trigo (TABELA 2) .15,25-27


Também é importante verificar edulcorantes utilizados em produtos farmacêuticos. Embora não contaminada sacarose, mel, dextrose, frutose, sólidos de xarope de milho e não deverá ser problemática, a ingestão de adoçantes, tais como xaropes wheat- e à base de cevada deve avoided.26

Agentes de enchimento, agentes de espessamento, e polímeros utilizados para formulações líquidas de droga e sólidas, tais como gomas, celulose e seus derivados, e outros polímeros, geralmente não contêm glúten. Recomenda-se, no entanto, que a fonte do solvente ou veículo utilizado numa formulação líquida ser verificado para assegurar que é livre de glúten contendo grains.26 Como notado anteriormente, o potencial de contaminação de glúten devem ser sempre consideradas.

Profissionais de saúde e consumidores devem ser encorajados a entrar em contato com os fabricantes para verificar o teor de glúten de seus produtos. Especificamente, ele deve ser convidado ", tem este produto foi confirmado para ser sem glúten?" É importante ressaltar que alguns fabricantes podem indicar que, embora eles não adicionar quaisquer ingredientes derivados de glúten ao fazer o produto, eles não testar para confirmar que a final produto é sem glúten. Eles também podem notar que os fornecedores de matérias-primas utilizadas para fabricar o produto não pode garantir que os materiais não contêm ou não estão contaminados com glúten. Os fabricantes podem indicar que eles usam derivados de amido de batateira ou à base de milho em seu produto, mas que não tem certeza absoluta de que pequenas quantidades de contaminantes glúten de outras matérias-primas utilizadas no mesmo local não estão presentes em seus ingredients.26 inativos Tais informação inespecífica muitas vezes leva à incerteza quanto a saber se o produto deve ser usado por alguém com doença celíaca.

Publicado informações sobre o teor de glúten de alimentos tornou-se mais acessível; no entanto, verificar o teor de glúten de produtos farmacêuticos continua a ser uma lista com base na Web challenge.28 (por exemplo, www.glutenfreedrugs.com, www.celiaccentral.com, www.ashp.org/gluten) e várias publicações podem ajudar pacientes e profissionais de saúde em este regard.28-31 Algumas organizações profissionais e fundações doença celíaca estão a colaborar (por exemplo, a Sociedade Americana de Saúde-Sistema farmacêutico e da Fundação Nacional para a Consciência celíaca) para ajudar os pacientes e profissionais de saúde obter informações sobre drogas. Embora listas atualizadas de drogas sem glúten estão disponíveis, os farmacêuticos devem estar cientes de que as formulações podem mudar após a informação da fonte é publicado e que o fabricante deve ser contatado para obter informações atuais.
conclusão

Os farmacêuticos têm a responsabilidade, bem como muitas oportunidades, para cuidar de pacientes com doença celíaca. Aconselhamento ao paciente sobre a dieta livre de glúten, drogas, vitaminas e suplementos nutricionais e abordar outros assuntos relacionados com a saúde, mas são duas maneiras em que o farmacêutico pode ajudar. Perfis de Farmácia que identificam claramente os pacientes com doença celíaca são importantes. Os pacientes devem ser lembrados de que, embora a quantidade de glúten em uma única exposição a um produto farmacêutico pode ser pequeno, qualquer ingestão de glúten de qualquer origem devem ser evitados, como o efeito cumulativo da ingestão inadvertida de glúten de diferentes fontes (por exemplo, comer sem saber alimentos contaminados com glúten) pode exceder o limite de causar dano intestinal.
 
Texto original: http://www.uspharmacist.com/content/c/31428/?t=managed+care%2Fnursing+home,doripenem
 
Tradução: Google
 

REFERENCES

1. Green PHR, Cellier C. Celiac disease. N Engl J Med. 2007;357:1731-1743.
2. Rodrigo-Sáez L, Fuentes-Álvarez D, Pérez-Martínez I, et al. Differences between pediatric and adult celiac disease. Rev Esp Enferm Dig. 2011;103:238-244.
3. Green PH, Jones R. Celiac Disease: A Hidden Epidemic. New York, NY: HarperCollins; 2006.
4. Catassi C, Fabiani E, Iacono G, et al. A prospective, double-blind, placebo-controlled trial to establish a safe gluten threshold for patients with celiac disease. Am J Clin Nutr. 2007;85:160-166.
5. Akobeng AK, Thomas AG. Systemic review: tolerable amount of gluten for people with coeliac disease. Aliment Pharmacol Ther. 2008;27:1044-1052.
6. Blumer I, Crowe S. Celiac Disease for Dummies. Mississauga, Ontario: John Wiley & Sons Canada, Ltd; 2010.
7. Rampertab SD, Pooran N, Brar P, et al. Trends in the presentation of celiac disease. Am J Med. 2006;119:355.e9-355.e14.
8. Korn D. Wheat Free, Worry Free: The Art of Happy, Healthy Gluten-Free Living. Carlsbad, CA: Hay House, Inc; 2002.
9. Sollid LM. Coeliac disease: dissecting a complex inflammatory disorder. Nat Rev Immunol. 2002;2:247-255.
10. García-Manzanares A, Lucendo AJ. Nutritional and dietary aspects of celiac disease. Nutr Clin Pract. 2011;26:163-173.
11. Murray JA. The widening spectrum of celiac disease. Am J Clin Nutr. 1999;69:354-365.
12. Leeds JS, Hopper AD, Sanders DS. Coeliac disease. Br Med Bull. 2008;88:157-170.
13. Mangione RA, Patel PN. Caring for patients with celiac disease: the role of the pharmacist. Pharmacy Today. 2008;14:50-64.
14. See J, Murray JA. Gluten-free diet: the medical and nutritional management of celiac disease. Nutr Clin Pract. 2006;21:1-15.
15. Drago S, Di Pierro M, Catassi M, Fasano A. Recent developments in the pathogenesis, diagnosis and treatment of celiac disease. Expert Opin Ther Patents. 2002;12:45-51.
16. Catassi C, Kryszak D, Louis-Jacques O, et al. Detection of celiac disease in primary care: a multicenter case-finding study in North America. Am J Gastroenterol. 2007;102:1454-1460.
17. National Institutes of Health. NIH Consensus Development Conference on Celiac Disease. http://consensus.nih.gov/2004/
2004CeliacDisease118html.htm. Accessed October 27, 2011.
18. Ferrell RJ, Kelly CP. Diagnosis of celiac sprue. Am J Gastroenterol. 2001;96:3237-3246.
19. Hallert C, Grant C, Grehn S, et al. Evidence of poor vitamin status in coeliac patients on a gluten-free diet for 10 years. Aliment Pharmacol Ther. 2002;16:1333-1339.
20. Rodrigo L. Celiac disease. World J Gastroenterol. 2006;12:6585-6593.
21. Stazi AV, Trecca A, Trinti B. Osteoporosis in celiac disease and in endocrine and reproductive disorders. World J Gastroenterol. 2008;14:498-505.
22. Freeman HJ, Chopra A, Clandinin MT, Thomson AB. Recent advances in celiac disease. World J Gastroenterol. 2011;17:2259-2272.
23. Walters JR, Bamford KB, Ghosh S. Coeliac disease and the risk of infections. Gut. 2008;57:1034-1035.
24. Patel DG, Krogh CM, Thompson WG. Gluten in pills: a hazard for patients with celiac disease. Can Med Assoc J. 1985;133:114-115.
25. Gluten-free drugs for celiac disease patients. Med Lett Drugs Ther. 2008;50:19-20.
26. Crowe JP, Falini NP. Gluten in pharmaceutical products. Am J Health Syst Pharm. 2001;58:396-401.
27. Cacace JL. Formulating for the gluten-sensitive individual. IJPC. 2005;9:357-358.
28. Jay L. Letter to the editor. Hosp Pharm. 2011;46:389.
29. King AR. Gluten content of the top 200 medications of 2009: a follow-up to the influence of gluten on patients’ medication choices. Hosp Pharm. 2011;46:417-426.
30. Plogsted S. Medications and celiac disease—tips from a pharmacist. Pract Gastroenterol. 2007;31:58-64.
31. Lowell JP. The Gluten-Free Bible: The Thoroughly Indispensable Guide to Negotiating Life Without Wheat. New York, NY: Henry Holt & Co; 2005.

- See more at: http://www.uspharmacist.com/content/c/31428/?t=managed+care%2Fnursing+home,doripenem#sthash.RYlbJcWY.dpuf
 
 
 

REFERENCES

1. Green PHR, Cellier C. Celiac disease. N Engl J Med. 2007;357:1731-1743.
2. Rodrigo-Sáez L, Fuentes-Álvarez D, Pérez-Martínez I, et al. Differences between pediatric and adult celiac disease. Rev Esp Enferm Dig. 2011;103:238-244.
3. Green PH, Jones R. Celiac Disease: A Hidden Epidemic. New York, NY: HarperCollins; 2006.
4. Catassi C, Fabiani E, Iacono G, et al. A prospective, double-blind, placebo-controlled trial to establish a safe gluten threshold for patients with celiac disease. Am J Clin Nutr. 2007;85:160-166.
5. Akobeng AK, Thomas AG. Systemic review: tolerable amount of gluten for people with coeliac disease. Aliment Pharmacol Ther. 2008;27:1044-1052.
6. Blumer I, Crowe S. Celiac Disease for Dummies. Mississauga, Ontario: John Wiley & Sons Canada, Ltd; 2010.
7. Rampertab SD, Pooran N, Brar P, et al. Trends in the presentation of celiac disease. Am J Med. 2006;119:355.e9-355.e14.
8. Korn D. Wheat Free, Worry Free: The Art of Happy, Healthy Gluten-Free Living. Carlsbad, CA: Hay House, Inc; 2002.
9. Sollid LM. Coeliac disease: dissecting a complex inflammatory disorder. Nat Rev Immunol. 2002;2:247-255.
10. García-Manzanares A, Lucendo AJ. Nutritional and dietary aspects of celiac disease. Nutr Clin Pract. 2011;26:163-173.
11. Murray JA. The widening spectrum of celiac disease. Am J Clin Nutr. 1999;69:354-365.
12. Leeds JS, Hopper AD, Sanders DS. Coeliac disease. Br Med Bull. 2008;88:157-170.
13. Mangione RA, Patel PN. Caring for patients with celiac disease: the role of the pharmacist. Pharmacy Today. 2008;14:50-64.
14. See J, Murray JA. Gluten-free diet: the medical and nutritional management of celiac disease. Nutr Clin Pract. 2006;21:1-15.
15. Drago S, Di Pierro M, Catassi M, Fasano A. Recent developments in the pathogenesis, diagnosis and treatment of celiac disease. Expert Opin Ther Patents. 2002;12:45-51.
16. Catassi C, Kryszak D, Louis-Jacques O, et al. Detection of celiac disease in primary care: a multicenter case-finding study in North America. Am J Gastroenterol. 2007;102:1454-1460.
17. National Institutes of Health. NIH Consensus Development Conference on Celiac Disease. http://consensus.nih.gov/2004/
2004CeliacDisease118html.htm. Accessed October 27, 2011.
18. Ferrell RJ, Kelly CP. Diagnosis of celiac sprue. Am J Gastroenterol. 2001;96:3237-3246.
19. Hallert C, Grant C, Grehn S, et al. Evidence of poor vitamin status in coeliac patients on a gluten-free diet for 10 years. Aliment Pharmacol Ther. 2002;16:1333-1339.
20. Rodrigo L. Celiac disease. World J Gastroenterol. 2006;12:6585-6593.
21. Stazi AV, Trecca A, Trinti B. Osteoporosis in celiac disease and in endocrine and reproductive disorders. World J Gastroenterol. 2008;14:498-505.
22. Freeman HJ, Chopra A, Clandinin MT, Thomson AB. Recent advances in celiac disease. World J Gastroenterol. 2011;17:2259-2272.
23. Walters JR, Bamford KB, Ghosh S. Coeliac disease and the risk of infections. Gut. 2008;57:1034-1035.
24. Patel DG, Krogh CM, Thompson WG. Gluten in pills: a hazard for patients with celiac disease. Can Med Assoc J. 1985;133:114-115.
25. Gluten-free drugs for celiac disease patients. Med Lett Drugs Ther. 2008;50:19-20.
26. Crowe JP, Falini NP. Gluten in pharmaceutical products. Am J Health Syst Pharm. 2001;58:396-401.
27. Cacace JL. Formulating for the gluten-sensitive individual. IJPC. 2005;9:357-358.
28. Jay L. Letter to the editor. Hosp Pharm. 2011;46:389.
29. King AR. Gluten content of the top 200 medications of 2009: a follow-up to the influence of gluten on patients’ medication choices. Hosp Pharm. 2011;46:417-426.
30. Plogsted S. Medications and celiac disease—tips from a pharmacist. Pract Gastroenterol. 2007;31:58-64.
31. Lowell JP. The Gluten-Free Bible: The Thoroughly Indispensable Guide to Negotiating Life Without Wheat. New York, NY: Henry Holt & Co; 2005.

- See more at: http://www.uspharmacist.com/content/c/31428/?t=managed+care%2Fnursing+home,doripenem#sthash.RYlbJcWY.dpuf

REFERENCES

1. Green PHR, Cellier C. Celiac disease. N Engl J Med. 2007;357:1731-1743.
2. Rodrigo-Sáez L, Fuentes-Álvarez D, Pérez-Martínez I, et al. Differences between pediatric and adult celiac disease. Rev Esp Enferm Dig. 2011;103:238-244.
3. Green PH, Jones R. Celiac Disease: A Hidden Epidemic. New York, NY: HarperCollins; 2006.
4. Catassi C, Fabiani E, Iacono G, et al. A prospective, double-blind, placebo-controlled trial to establish a safe gluten threshold for patients with celiac disease. Am J Clin Nutr. 2007;85:160-166.
5. Akobeng AK, Thomas AG. Systemic review: tolerable amount of gluten for people with coeliac disease. Aliment Pharmacol Ther. 2008;27:1044-1052.
6. Blumer I, Crowe S. Celiac Disease for Dummies. Mississauga, Ontario: John Wiley & Sons Canada, Ltd; 2010.
7. Rampertab SD, Pooran N, Brar P, et al. Trends in the presentation of celiac disease. Am J Med. 2006;119:355.e9-355.e14.
8. Korn D. Wheat Free, Worry Free: The Art of Happy, Healthy Gluten-Free Living. Carlsbad, CA: Hay House, Inc; 2002.
9. Sollid LM. Coeliac disease: dissecting a complex inflammatory disorder. Nat Rev Immunol. 2002;2:247-255.
10. García-Manzanares A, Lucendo AJ. Nutritional and dietary aspects of celiac disease. Nutr Clin Pract. 2011;26:163-173.
11. Murray JA. The widening spectrum of celiac disease. Am J Clin Nutr. 1999;69:354-365.
12. Leeds JS, Hopper AD, Sanders DS. Coeliac disease. Br Med Bull. 2008;88:157-170.
13. Mangione RA, Patel PN. Caring for patients with celiac disease: the role of the pharmacist. Pharmacy Today. 2008;14:50-64.
14. See J, Murray JA. Gluten-free diet: the medical and nutritional management of celiac disease. Nutr Clin Pract. 2006;21:1-15.
15. Drago S, Di Pierro M, Catassi M, Fasano A. Recent developments in the pathogenesis, diagnosis and treatment of celiac disease. Expert Opin Ther Patents. 2002;12:45-51.
16. Catassi C, Kryszak D, Louis-Jacques O, et al. Detection of celiac disease in primary care: a multicenter case-finding study in North America. Am J Gastroenterol. 2007;102:1454-1460.
17. National Institutes of Health. NIH Consensus Development Conference on Celiac Disease. http://consensus.nih.gov/2004/
2004CeliacDisease118html.htm. Accessed October 27, 2011.
18. Ferrell RJ, Kelly CP. Diagnosis of celiac sprue. Am J Gastroenterol. 2001;96:3237-3246.
19. Hallert C, Grant C, Grehn S, et al. Evidence of poor vitamin status in coeliac patients on a gluten-free diet for 10 years. Aliment Pharmacol Ther. 2002;16:1333-1339.
20. Rodrigo L. Celiac disease. World J Gastroenterol. 2006;12:6585-6593.
21. Stazi AV, Trecca A, Trinti B. Osteoporosis in celiac disease and in endocrine and reproductive disorders. World J Gastroenterol. 2008;14:498-505.
22. Freeman HJ, Chopra A, Clandinin MT, Thomson AB. Recent advances in celiac disease. World J Gastroenterol. 2011;17:2259-2272.
23. Walters JR, Bamford KB, Ghosh S. Coeliac disease and the risk of infections. Gut. 2008;57:1034-1035.
24. Patel DG, Krogh CM, Thompson WG. Gluten in pills: a hazard for patients with celiac disease. Can Med Assoc J. 1985;133:114-115.
25. Gluten-free drugs for celiac disease patients. Med Lett Drugs Ther. 2008;50:19-20.
26. Crowe JP, Falini NP. Gluten in pharmaceutical products. Am J Health Syst Pharm. 2001;58:396-401.
27. Cacace JL. Formulating for the gluten-sensitive individual. IJPC. 2005;9:357-358.
28. Jay L. Letter to the editor. Hosp Pharm. 2011;46:389.
29. King AR. Gluten content of the top 200 medications of 2009: a follow-up to the influence of gluten on patients’ medication choices. Hosp Pharm. 2011;46:417-426.
30. Plogsted S. Medications and celiac disease—tips from a pharmacist. Pract Gastroenterol. 2007;31:58-64.
31. Lowell JP. The Gluten-Free Bible: The Thoroughly Indispensable Guide to Negotiating Life Without Wheat. New York, NY: Henry Holt & Co; 2005.

- See more at: http://www.uspharmacist.com/content/c/31428/?t=managed+care%2Fnursing+home,doripenem#sthash.RYlbJcWY.dpuf